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18 junho 2013

Mercado angolano em “nova fase de desenvolvimento” estabiliza valores de mercado de imóveis

Mercado angolano

A quinta edição do Estudo do Mercado Imobiliário Angola conclui que se vive actualmente uma “nova fase de desenvolvimento” no sector imobiliário do país governado por José Eduardo dos Santos.

Este relatório elaborado pela Proprime destaca a “emergência por parte da procura”, o que leva a uma estabilização prevista dos valores de mercado de imóveis, “especialmente nos segmentos de habitação e escritórios”. O documento ressalva ainda “a crescente profissionalização e a criação de mecanismos legais na área de imobiliário” como dois factores marcantes deste novo estágio do mercado imobiliário angolano.

“Após o período de boom exponencial que se seguiu ao conflito armado e, posteriormente, a uma desaceleração resultante do impacto da crise financeira internacional, o mercado imobiliário de Angola assiste agora a um novo momento, em que é clara a emergência de uma procura com novas características, mais alargada na sua base, mas também mais cautelosa, o que tem vindo a resultar num abrandamento do ritmo de vendas de imóveis em planta e que deverá, sobretudo, ter impacto nos valores de mercado dos imóveis, esperando-se que estes estabilizem face a períodos anteriores mais especulativos”, afirmou o director da Proprime, Francisco Barros Virgolino.

Segundo este responsável, esta “é a fase em que o mercado está a caminhar para um maior equilíbrio entre a oferta e a procura em todos os sectores e em que é visível uma crescente profissionalização, quer a nível de agentes da indústria, quer a nível da qualidade de produtos e técnicas de venda”.

“Adicionalmente, têm vindo a ser criados diversos mecanismos, entre os quais a figura dos fundos de investimento imobiliário ou a modalidade da renda resolúvel que, por um lado, potenciarão o investimento institucional e, por outro, garantirão um acesso mais alargado da população a produtos imobiliários”, acrescentou Francisco Barros Virgolino.

Segundo Virgolino, o mercado angolano “continua a apresentar um enorme potencial de crescimento, mas está agora a criar as bases para conseguir evoluir em termos de transparência e maturidade”.

Fonte: Construir.pt

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