SIMA: Feira está a ser divulgada nas províncias
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A Feira Internacional de Luanda (FIL) está a promover acções de divulgação do primeiro Salão Imobiliário de Angola (SIMA) nas províncias, numa altura em que face à crescente especulação dos preços no sector e um défice habitacional assinalável no país, há necessidade de um envolvimento nacional.
A Feira Internacional de Luanda (FIL) está a promover acções de divulgação do primeiro Salão Imobiliário de Angola (SIMA) nas províncias, numa altura em que face à crescente especulação dos preços no sector e um défice habitacional assinalável no país, há necessidade de um envolvimento nacional.
O fim-de-semana foi de trabalho para as delegações da FIL e dos Governos Provinciais do Huambo, Benguela e Kwanza-Sul, com os quais a delegação, chefiada pelo Presidente do Conselho de Administração da FIL, Matos Cardoso, abordou a problemática do sector imobiliário no país. Estas são as primeiras províncias onde a FIL começou a sua acção de divulgação do Salão Imobiliário de Angola, que deve estender-se em breve a outras províncias.
O objectivo da divulgação da feira, que vai ser realizada em parceria com a Associação dos Profissionais do Imobiliário de Angola (APIMA) e da Feira Internacional de Lisboa, é dar a conhecer aos Governos Provinciais sobre a oportunidade que têm de expor os seus projectos imobiliários e participarem numa abordagem nacional sobre a problemática do sector imobiliário.
O programa de divulgação do Salão Imobiliário de Angola, que começou no Huambo, passou por Benguela e culminou no Kwanza-Sul, pretende criar uma praça imobiliária, onde os principais clientes possam tomar contacto com os projectos existentes e a sua localização, prevendo-se a participação de 103 expositores directos e indirectos.
Segundo o presidente do Conselho de Administração da FIL, o primeiro Salão Imobiliário de Angola conta com empresas nacionais e estrangeiras. “Entendo que as províncias não podiam estar de fora e que não deviam apenas ser expostos projectos de Luanda. Daí que convidamos as províncias a participar”, referiu.
Na visão de Matos Cardoso, as casas são necessárias e os escritórios também mas afirma ser necessário construir mediante a capacidade dos próprios angolanos, “num momento em que todo este esforço visa estruturar um sector, que se quer fora da febre dos preços especulativos que o país vem registando nos últimos tempos”.
Matos Cardoso referiu ainda que os esforços de todos são importantes para melhorar os preços e construir com melhor qualidade.
Ao mesmo tempo acredita no sucesso do primeiro Salão Imobiliário de Angola, já que as garantias resultam do empenho dos próprios Governos Provinciais.
“Sentimos o empenho dos Governos Provinciais, que em concertação com os promotores e operadores imobiliários vão expor os seus projectos para atracção de investimentos e uma maior oferta dentro da regulação dos preços”, explica, Matos Cardoso.
Afirma ainda ser preciso que os preços do imobiliário estejam mais compatíveis com a realidade do nosso país, evitando que as empresas continuem a vender as casas a qualquer preço, o que deixa o mercado com imagem de que é o mais caro a nível internacional.
“Temos espaços para construção e potencialidades para o fabrico de materiais de construção, o que não justifica os preços praticados até agora”, defende, anunciando que os imóveis a serem vendidos durante a feira devem ter um desconto de 30 por cento, em face da parceria estabelecida entre a FIL e as empresas expositoras.
Para uma maior participação dos operadores nacionais no Primeiro Salão Imobiliário de Angola, a delegação da FIL teve contactos, no último fim-de-semana, com os Governos Provinciais, tendo começado pela província do Huambo. No Planalto Central, a FIL recebeu do governador Faustino Muteka, o incentivo de prosseguir com a iniciativa, prometendo tudo fazer para que o Huambo esteja representada no certame.
A Câmara de Comércio e Indústria deu igualmente garantias de que os empresários do sector vão participar no Salão Imobiliário de Angola, que decorre de 6 a 9 de Maio deste ano, contando com expositores de Portugal, Brasil, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Angola, numa área útil de exposição de 2.500 metros quadrados e área bruta de seis mil metros quadrados.
Na província de Benguela foi notável o empenho pessoal do governador Armando da Cruz Neto, vai procurar representar a província no Salão Imobiliário de Angola em concertação com os empresários, promotores e operadores. “Vamos estar presentes”, garantiu o governador da província de Benguela, acrescentando que a Direcção Provincial do Ordenamento do Território vai estar encarregado de tratar de tudo em estreita colaboração com os promotores imobiliários que trabalham na província”.
No Kwanza-Sul, a delegação da FIL teve um encontro com o vice-governador, Augusto Neto Sakongo, com quem discutiu a possibilidade dos empresários da província participarem num certame que se quer nacional.
“O nosso empresariado ainda é fraco. A província é potencialmente agro-pecuária. O nosso tecido empresarial é novo mas vamos trabalhar para participarmos neste primeiro Salão Imobiliário de Angola”, prometeu Augusto Neto Sakongo, vice-governador do Kwanza-Sul.
O fim-de-semana foi de trabalho para as delegações da FIL e dos Governos Provinciais do Huambo, Benguela e Kwanza-Sul, com os quais a delegação, chefiada pelo Presidente do Conselho de Administração da FIL, Matos Cardoso, abordou a problemática do sector imobiliário no país. Estas são as primeiras províncias onde a FIL começou a sua acção de divulgação do Salão Imobiliário de Angola, que deve estender-se em breve a outras províncias.
O objectivo da divulgação da feira, que vai ser realizada em parceria com a Associação dos Profissionais do Imobiliário de Angola (APIMA) e da Feira Internacional de Lisboa, é dar a conhecer aos Governos Provinciais sobre a oportunidade que têm de expor os seus projectos imobiliários e participarem numa abordagem nacional sobre a problemática do sector imobiliário.
O programa de divulgação do Salão Imobiliário de Angola, que começou no Huambo, passou por Benguela e culminou no Kwanza-Sul, pretende criar uma praça imobiliária, onde os principais clientes possam tomar contacto com os projectos existentes e a sua localização, prevendo-se a participação de 103 expositores directos e indirectos.
Segundo o presidente do Conselho de Administração da FIL, o primeiro Salão Imobiliário de Angola conta com empresas nacionais e estrangeiras. “Entendo que as províncias não podiam estar de fora e que não deviam apenas ser expostos projectos de Luanda. Daí que convidamos as províncias a participar”, referiu.
Na visão de Matos Cardoso, as casas são necessárias e os escritórios também mas afirma ser necessário construir mediante a capacidade dos próprios angolanos, “num momento em que todo este esforço visa estruturar um sector, que se quer fora da febre dos preços especulativos que o país vem registando nos últimos tempos”.
Matos Cardoso referiu ainda que os esforços de todos são importantes para melhorar os preços e construir com melhor qualidade.
Ao mesmo tempo acredita no sucesso do primeiro Salão Imobiliário de Angola, já que as garantias resultam do empenho dos próprios Governos Provinciais.
“Sentimos o empenho dos Governos Provinciais, que em concertação com os promotores e operadores imobiliários vão expor os seus projectos para atracção de investimentos e uma maior oferta dentro da regulação dos preços”, explica, Matos Cardoso.
Afirma ainda ser preciso que os preços do imobiliário estejam mais compatíveis com a realidade do nosso país, evitando que as empresas continuem a vender as casas a qualquer preço, o que deixa o mercado com imagem de que é o mais caro a nível internacional.
“Temos espaços para construção e potencialidades para o fabrico de materiais de construção, o que não justifica os preços praticados até agora”, defende, anunciando que os imóveis a serem vendidos durante a feira devem ter um desconto de 30 por cento, em face da parceria estabelecida entre a FIL e as empresas expositoras.
Para uma maior participação dos operadores nacionais no Primeiro Salão Imobiliário de Angola, a delegação da FIL teve contactos, no último fim-de-semana, com os Governos Provinciais, tendo começado pela província do Huambo. No Planalto Central, a FIL recebeu do governador Faustino Muteka, o incentivo de prosseguir com a iniciativa, prometendo tudo fazer para que o Huambo esteja representada no certame.
A Câmara de Comércio e Indústria deu igualmente garantias de que os empresários do sector vão participar no Salão Imobiliário de Angola, que decorre de 6 a 9 de Maio deste ano, contando com expositores de Portugal, Brasil, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Angola, numa área útil de exposição de 2.500 metros quadrados e área bruta de seis mil metros quadrados.
Na província de Benguela foi notável o empenho pessoal do governador Armando da Cruz Neto, vai procurar representar a província no Salão Imobiliário de Angola em concertação com os empresários, promotores e operadores. “Vamos estar presentes”, garantiu o governador da província de Benguela, acrescentando que a Direcção Provincial do Ordenamento do Território vai estar encarregado de tratar de tudo em estreita colaboração com os promotores imobiliários que trabalham na província”.
No Kwanza-Sul, a delegação da FIL teve um encontro com o vice-governador, Augusto Neto Sakongo, com quem discutiu a possibilidade dos empresários da província participarem num certame que se quer nacional.
“O nosso empresariado ainda é fraco. A província é potencialmente agro-pecuária. O nosso tecido empresarial é novo mas vamos trabalhar para participarmos neste primeiro Salão Imobiliário de Angola”, prometeu Augusto Neto Sakongo, vice-governador do Kwanza-Sul.
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